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sábado, 25 de abril de 2015

PROGRAMAÇÃO SEMANAL: De 27 de abril a 03 de maio



SEGUNDA-FEIRA
Missa na Matriz – 19h

TERÇA-FEIRA
Reunião da Pastoral da Saúde – Sala da Matriz – 20h

QUARTA-FEIRA
Reunião da Pastoral Litúrgica – Sala da Matriz – 20h
Missa no Condomínio Veridiana – 19h30

QUINTA-FEIRA
Adoração ao Santíssimo – Matriz – das 6h às 16h
Terço da Misericórdia – Matriz – 15h
Missa na Santa Rita – 19h

SEXTA-FEIRA – DIA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO – DIA DO TRABALHADOR
Missa na Capela Nossa Senhora de Fátima – Praça da Fonte – 19h30

SÁBADO
Missa na Matriz - 19h
Missa na Comunidade São José – Distrito de Baguaçu – 19h30
Encontro de Preparação para o Batismo – Sala da Matriz – 16h

DOMINGO
Missa na Comunidade Santa Rita – 8h
Missa na Comunidade São Pedro – Jardim Tropical II – 9h30
Missa na Matriz às 10h
Batizados – Matriz – 11h
Missa na Matriz às 19h transmitida pela Rádio Espaço Livre AM
ATENÇÃO: Grandiosa Quermesse na Comunidade Santa Rita – Sábado (02 de maio), a partir das 19h e Domingo (03 de maio), a partir das 10h. Participe!!!

FRASE DA SEMANA: “A autêntica liderança se apoia sobre a autoridade e não sobre o poder!”. Pense nisso e viva melhor!!!

4º Domingo da Páscoa – Ano B – Homilia

Evangelho: João 10,11-18


Naquele tempo, disse Jesus:
11 “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas.
12 O mercenário, que não é pastor e não é dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e dispersa. Pois ele é apenas um mercenário e não se importa com as ovelhas.
14 Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem,
15 assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha vida pelas ovelhas.
16 Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.
17 É por isso que o Pai me ama, porque dou a minha vida, para depois recebê-la novamente.
18 Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim mesmo; tenho poder de entregá-la e tenho poder de recebê-la novamente; esta é a ordem que recebi do meu Pai”.

JOSÉ ANTONIO PAGOLA
APROXIMAR-NOS E CONHECER-NOS

Quando começaram os conflitos e desentendimentos entre grupos e diferentes líderes entre os primeiros cristãos, alguém sentiu a necessidade de recordar que, na comunidade de Jesus, somente ele é o Pastor bom. Não um pastor a mais, mas o autêntico, o verdadeiro, o modelo a ser seguido por todos.

Esta bela imagem de Jesus, Bom Pastor, é um chamado à conversão, dirigido àqueles que podem reivindicar o título de “pastores” na comunidade cristã. O pastor que se parece com Jesus:

·        somente pensa em suas ovelhas,
·        não “foge” diante dos problemas,
·        não “abandona” suas ovelhas.
·        Pelo contrário, está junto delas,
·        defende-as,
·        desdobra-se por elas,
·        “expõe sua vida” buscando o bem delas.

Ao mesmo tempo, esta imagem é um apelo à comunhão fraterna entre todos. O Bom Pastor “conhece” suas ovelha e as ovelhas o “conhecem”. Somente a partir dessa:

·        proximidade estreita,
·        a partir deste conhecimento mútuo e
·        desta comunhão de coração,
o Bom Pastor compartilha sua vida com as ovelhas. Para esta comunhão e mútuo conhecimento temos de caminhar, também hoje, na Igreja.

Nestes momentos nada fáceis para a fé, necessitamos como nunca unir forças, buscar juntos critérios evangélicos e linhas mestras de atuação para saber em que direção temos de caminhar de maneira criativa para o futuro.

No entanto, não é isso o que está acontecendo. Fazem-se alguns apelos convencionais a se viver em comunhão, porém não estamos dando passos para criar um clima de escuta mútua e diálogo. Ao invés, crescem as desqualificações e desentendimentos entre bispos e teólogos; entre teólogos de diferentes tendências; entre movimentos e comunidades de diverso signo; entre grupos e “blogs” de todo gênero...

Porém, talvez o mais triste seja ver como continua crescendo o distanciamento entre a hierarquia e o povo cristão. Pode-se dizer que vivem dois mundos diferentes. Em muitos lugares, os “pastores” e as “ovelhas” não mais se conhecem. A muitos bispos não resulta fácil sintonizarem-se com as necessidades reais dos fiéis, para oferecer-lhes a orientação e o ânimo que necessitam. A muitos fiéis lhes parece difícil sentir afeto e interesse para com uns pastores aos quais veem distantes de seus problemas.

Somente crentes, repletos do Espírito do Bom Pastor, podem ajudar-nos a criar o clima de aproximação, mútua escuta, respeito recíproco e diálogo humilde que tanto necessitamos.
CRER NO DEUS DA VIDA

Nestes tempos de profunda crise religiosa não basta crer em qualquer Deus; necessitamos discernir qual é o verdadeiro. Não é suficiente afirmar que Jesus é Deus; é decisivo saber que Deus se encarna e se revela em Jesus. Parece-me muito importante reivindicar hoje, dentro da Igreja e na sociedade contemporânea, o autêntico Deus de Jesus, se confundi-lo com qualquer “deus” elaborado por nós a partir de medos, ambições e fantasmas que têm pouco a ver com a experiência de Deus que viveu e comunicou Jesus. Não chegou a hora de promover essa tarefa apaixonante de “aprender”, a partir de Jesus:

·        quem é Deus,
·        como é,
·        como nos sente,
·        como nos busca,
·        que deseja para os humanos?

Que alegria se despertaria em muitos se pudessem intuir em Jesus as características do verdadeiro Deus. Como se ascenderia sua fé se captassem com olhos novos o rosto de Deus encarnado em Jesus. Se Deus existe, ele se parece com Jesus. Sua maneira de ser, suas palavras, seus gestos e reações são detalhes da revelação de Deus. Em mais de uma ocasião, ao estudar como era Jesus, surpreendi-me a mim mesmo com este pensamento:

·        assim se preocupa Deus com as pessoas,
·        assim olha para os que sofrem,
·        assim busca os perdidos,
·        assim abençoa os pequenos,
·        assim acolhe,
·        assim compreende,
·        assim perdoa,
·        assim ama.

Parece-me difícil imaginar outro caminho mais seguro para aproximar-nos desse mistério que chamamos Deus. Gravou-se muito dentro de mim como Jesus vive esse mistério. É fácil ver que, para ele, Deus não é um conceito, mas uma presença amiga e próxima que faz viver e amar a vida de maneira diferente. Jesus vive-o como o melhor amigo do ser humano: o “Amigo da vida”. Não é alguém estranho que, a partir de longe, controla o mundo e pressiona nossas pobres vidas; é o Amigo que, a partir de dentro, compartilha nossa experiência e se converte na luz mais clara e na força mais segura para enfrentarmos a dureza da vida e o mistério da morte.

O que mais interessa a Deus não é a religião, mas um mundo mais humano e amável. O que busca é uma vida mais digna, sadia e feliz para todos, começando pelos últimos. Jesus disso isso de diversas maneiras: uma religião que vai contra a vida, ou é falsa, ou foi entendida de maneira errônea. Aquilo que torna Deus feliz é ver-nos felizes, desde agora e para sempre. Esta é a Boa Notícia que nos é revelada em Jesus Cristo: Deus se nos dá a si mesmo como é, ou seja, Amor.

Traduzido do espanhol por Telmo José Amaral de Figueiredo.

Fonte: MUSICALITURGICA.COM – Homilías de José A. Pagola – Segunda-feira, 20 de abril de 2015 – 12h04 – Internet: clique aqui.

sábado, 18 de abril de 2015

PROGRAMAÇÃO SEMANAL: De 20 a 26 de abril

SEGUNDA-FEIRA
Missa na Matriz – 19h

TERÇA-FEIRA
Feriado

QUARTA-FEIRA
Reunião dos Coordenadores da Pastoral Familiar da Segunda União – Sala da Matriz – 20h
Missa no Condomínio Veridiana – 19h30

QUINTA-FEIRA
Adoração ao Santíssimo – Matriz – das 6h às 16h
Terço da Misericórdia – Matriz – 15h
Missa na Santa Rita – 19h
Terço dos Homens - Capela Nossa Senhora de Fátima - Praça da Fonte - 20h

SEXTA-FEIRA
Missa no Bairro Tamanduá – 20h

SÁBADO
Missa na Matriz - 19h
Missa na Comunidade São José – Distrito de Baguaçu – 19h30

DOMINGO
Missa na Comunidade Santa Rita – 8h
Missa na Comunidade São Pedro – Jardim Tropical II – 9h30
Missa na Matriz às 10h
Missa na Matriz às 19h transmitida pela Rádio Espaço Livre AM

FRASE DA SEMANA: “O maior feito de Jesus não foi ressuscitar os mortos, mas é a capacidade de ressuscitar os vivos”. Pense nisso e viva melhor!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

3º DOMINGO DA PÁSCOA: Cristo Ressuscitou!

Cristo ressuscitou. Aleluia! Esta é a exclamação mais ouvida neste tempo depois de Páscoa. É um convite a viver a alegria do Evangelho, porque Cristo ressuscitou. Para que a ressurreição de Cristo seja, de fato, a causa da nossa alegria, é indispensável que acreditemos que Ele realmente ressuscitou e que a sua ressurreição é certeza de que também nós ressuscitaremos. 

Jesus, com certeza, já sabia que, para nós, seria muito difícil acreditar que Ele tinha ressuscitado. E que seria ainda mais difícil ainda acreditar que a sua ressurreição era a certeza de que também nós ressuscitaremos. Por isso, vimos que no dia da ressurreição, Ele mostrou aos discípulos as feridas das mãos e a ferida do lado. Domingo passado satisfez a vontade de Tomé que queria colocar o dedo na ferida das mãos e a mão na ferida do lado para acreditar na notícia que os irmãos lhe disseram: que tinha visto a Jesus ressuscitado. 

No Evangelho deste domingo, ainda encontramos os discípulos acreditando que o que estavam vendo era um fantasma, não era Jesus que os judeus tinham crucificado, e precisou fazer o milagre de comer diante deles. Digo que fez o milagre, porque o corpo ressuscitado não precisa de comida. Como precisou fazer um milagre para mostrar que material, e sim espiritual. São Paulo lembra que nós morreremos num corpo material e ressuscitaremos com um corpo espiritual.

Tudo isto deve levar-nos a pensar: Será que eu vivo com a certeza de que Cristo Ressuscitou? 

Monsenhor Antonio

sábado, 11 de abril de 2015

PROGRAMAÇÃO SEMANAL: De 13 a 19 de abril

SEGUNDA-FEIRA
Missa na Matriz – 19h
Reunião na Cidade Mirim – 20h

TERÇA-FEIRA
Reunião da Catequese – Comunidade São Pedro – 20h

QUARTA-FEIRA
Reunião do CPP - Sala da Matriz - 20h

QUINTA-FEIRA
Adoração ao Santíssimo – Matriz – das 6h às 16h
Terço da Misericórdia – Matriz – 15h
Missa na Santa Rita – 19h
Reunião da Comissão de Festa (Quermesse) – Comunidade Santa Rita – 20h

SEXTA-FEIRA
Missa no Bairro Lambari – 20h

SÁBADO
Missa na Matriz - 19h
Celebração na Comunidade São José – Distrito de Baguaçu – 19h30

DOMINGO
Missa na Comunidade Santa Rita – 8h
Celebração na Comunidade São Pedro – Jardim Tropical II – 9h30
Missa na Matriz às 10h
Missa na Matriz às 19h transmitida pela Rádio Espaço Livre AM

ATENÇÃO: Devoção das 1000 Ave-Marias - Capela Nossa Senhora de Fátima - Praça da Fonte - Domingo, dia 19 de abril - 12h

FRASE DA SEMANA: “Nascer, florescer e morrer. Mas não sem antes ter vivido. Não sem antes ter amado”. Pense nisso e viva melhor!!!

2º DOMINGO DA PÁSCOA: Fundação da Igreja

A liturgia deste segundo domingo de Páscoa convida-nos a meditar o Evangelho que fala da primeira vez que o Cristo Ressuscitado aparece a seus discípulos. Acontece que todos os domingos, nós, cristãos, devemos participar da santa missa, e, nela celebramos o Mistério Pascal, que é o que celebramos na sexta feira santa e no domingo de Páscoa. Na Sexta-feira Santa, contemplávamos a Jesus carregando a cruz do nosso pecado e depois morrendo, pregado nela, pedido perdão ao Pai e lavando o nosso pecado com o seu sangue e com a água do batismo que saiu da ferida que a lança do soldado abriu em seu lado. No domingo ressuscitou, dando-nos a certeza de uma vida nova. 

Na noite daquele dia, o primeiro da semana (o domingo), os discípulos estavam reunidos, com as portas fechadas por medo dos judeus, Jesus entrou e disse: "A paz esteja com vocês! Como o Pai me enviou, eu envio a vocês". Com estas palavras fica instituída a Igreja de Cristo que será continuada pelos discípulos de Jesus e por todos aqueles que acreditarão e seguirão os seus ensinamentos, e se reunirão todos os domingos para celebrar o Mistério Pascal que livrou-os da escravidão pecado e deu-lhes a possibilidade de serem filhos de Deus. 

A primeira leitura tirada de (At 4, 32-35) afirma que eles entenderam bem a mensagem de que todos somos filhos do mesmo Pai, quando diz: "A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era colocado em comum. Com grandes sinais de poder; os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus".

Monsenhor Antonio